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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Retrospectiva até São Paulo

Agora são 9h34, horário de verão. Já estou em São Paulo, Kassandra acabou de sair pro trabalho. Por aqui, pesquiso no Google Maps como devo andar na cidade para resolver tudo que preciso até quarta-feira. Mas antes, vamos a uma retrospectiva: acordei na madrugada morrendo de sede, por causa do vinho que tomamos ontem.

Foi uma noite tranquila, Kass e eu rimos e conversamos enquanto comíamos e bebíamos. Antes, conheci um taxista falador que me deixou aqui no prédio dela. Como era dia de jogo do Corinthians, demos uma enorme volta até chegar aqui, para fugir dos corinthianos descritos pelo taxista como "um bando de loucos". Detalhe: ele é corinthiano também. Quá!

Antes, fiquei numa enorme fila pra pegar o táxi pré-pago de SP que é mais em conta, quando se trata de longas distâncias. Cheguei aqui às 22h, mas era para ter chegado uma hora antes. Voo em Brasília atrasou por causa de uma chuva que caia no DF. Se soubesse do atraso, teria ficado mais tempo com a MK e o Herbert (amigo dela), num passeio que fizemos pela capital federal. Das 15 às 18 horas, fomos ao McDonalds, visitamos a Casa do Presidente, subimos a torre de TV no centro da cidade, vimos a nova fonte inaugurada há pouco e tiramos fotos no Congresso Nacional (essa parte foi cômica!).

Sai atrasada de Palmas, meu irmão achou que daria tempo de pegar o voo...mas eu era a única esperada quando cheguei no aeroporto...quase não deu tempo.

Antes, tive dor de barriga de nervoso, muita ansiedade para essa viagem que tem como destino final Vancouver, no Canadá. O que me salvou foi um chazinho de broto de goiaba, feito pela minha mãe, fecha tudo! Aí, pude ir mais tranquila pro DF.

Na noite anterior, amigos prepararam uma festinha super gostosa para mim....como diz Seleucia: "despedida para quem ficará no Canadá por 3 meses? Faça-me o favor...."

terça-feira, 16 de março de 2010

Rir de si mesmo é o que há


Um ralado de todo tamanho no meio das costas e uma história bem humorada para contar.Esse é o resultado de Glês Nascimento e qualquer situação desastrada, juntos.

Fotinha de Goiânia, porque ninguém merece ver meu ralado

O machucado ganhei no domingo, depois de uma viagem a Goiânia. No posto, sentei-me para conversar com amigas e, nem percebi, quando a minha bolsa pendurada levou a cadeira consigo. E, distraída, para variar, fui me sentar e fiquei no vácuo. Quer dizer, no vácuo é força de expressão: fiquei foi rodada mesmo. Cai de bunda, ralei as costas no pé da cadeira e, ao me levantar, perguntei: "O que aconteceu?". Ai ai, como se não soubesse.

O melhor de situações absolutamente constrangedoras é que quanto mais você ri de si mesmo, menos os outros o fazem. Fiquei meia hora rindo de mim, depois peguei a cadeira, sentei-me direito e pedi um suco de laranja, sem açúcar, é claro.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Carnaval em Taquaruçu

Escolhi um Carnaval diferente este ano. Sexta-feira saímos juntos: eu, ele, um casal de amigos e um amigo do casal. Fomos ao nosso shopping, que mais parece uma galeria. Tomamos chope, comemos uma porção de calabresa muito mal-passada - que nos fez quase passar mal também. Depois fomos ao espetinho e minha noite terminou no sofá da casa do meu cunhado. Meu namorido ainda desperto ouvindo a música do programa 96 Rock.

No sábado acordamos tarde, tomamos café e ficamos enrolando o dia inteiro. Almoçamos já passava das duas da tarde. Dormimos mais um pouco. Terminei de assistir o filme "Besouro" que, diga-se, é muito bacana. Almoçamos strogonoff, minha especialidade. Dormimos mais um pouco e, finalmente, começamos nosso dia.


Já eram nove, quando rumamos a Taquaruçu. No caminho, havia uma blitz, comum nos Carnavais. Fomos para a casa de uma amiga, numa chácara. Estava um clima delicioso, mas queríamos badalar. Fomos a um show com uma banda local, nos divertimos mesmo. Dancei todas as marchinhas de som mecânico ( de Daniela Mercury, a Simonal e Elba Ramalho). Era quase duas da manhã quando deixamos o local. Sóbrios e felizes.

Capotamos. Acordei com uma luz forte nos olhos. "Deixei a luz acesa", pensei. Levantei para apagar e vi que a luminosidade vinha do telhado. Aquelas telhas de plástico transparente tinha transformado o quarto num palco! Não teve como. A casa é aconchegante. Fica no alto da serra, cercada por bananeiras, mamoeiros, flores e outras árvores do cerrado. Quadros de Frida Khalo, artesanato, linhas, tear, livros e discos originais. Uma TV que só é ligada para filmes, comida natural, gatos, um cachorro chamado "Doidão", um beija-flor, algumas formiguinhas.... Um banheiro orgânico. Sim, aqueles banheiros secos que, depois de fazer coco, você joga serragem e tudo vira adubo, depois de um tempo e muito sol. Achei que não conseguiria usar um banheiro assim, apesar de que me criei indo para fazenda do meu avô: mato, folhas ou sabugos como papel higiênico. Mas ontem, depois de dois dias, usei o banheiro e gostei!

O banheiro é um detalhe. O sábado e o domingo de Carnaval foram fantásticos. Ontem, uma jantinha deliciosa, macarrão orgânico e não-orgânico, vinho tinto seco, o meu amor, um filminho à noite, uma chuvinha fina e o cheiro de mato. De manhã, pão integral com requeijão cremoso. Café de feijão, frutas, iorgute...e um pouco de paz. Depois cachoeira.......