Mostrando postagens com marcador pela tela. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pela tela. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 16 de março de 2010

Rir de si mesmo é o que há


Um ralado de todo tamanho no meio das costas e uma história bem humorada para contar.Esse é o resultado de Glês Nascimento e qualquer situação desastrada, juntos.

Fotinha de Goiânia, porque ninguém merece ver meu ralado

O machucado ganhei no domingo, depois de uma viagem a Goiânia. No posto, sentei-me para conversar com amigas e, nem percebi, quando a minha bolsa pendurada levou a cadeira consigo. E, distraída, para variar, fui me sentar e fiquei no vácuo. Quer dizer, no vácuo é força de expressão: fiquei foi rodada mesmo. Cai de bunda, ralei as costas no pé da cadeira e, ao me levantar, perguntei: "O que aconteceu?". Ai ai, como se não soubesse.

O melhor de situações absolutamente constrangedoras é que quanto mais você ri de si mesmo, menos os outros o fazem. Fiquei meia hora rindo de mim, depois peguei a cadeira, sentei-me direito e pedi um suco de laranja, sem açúcar, é claro.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Vinte e nove

Hoje é meu aniversário e acordei me sentindo só. Na verdade, desde ontem sinto-me sozinha. Fiz uma viagem só para o litoral alagoano que contarei aqui capítulo por capítulo, e decidi deixar meu carro no aeroporto mesmo. Queria ser totalmente independence day, como costumo dizer.

Meus pais não me levaram nem me buscaram no aeroporto, não havia ninguém à minha espera, mesmo sendo meia-noite e um, tecnicamente dia 30 de julho, dia do meu aniversário de vinte e nove anos. Até olhei assim, com ar de quem queria mesmo uma surpresa: dos amigos, de uma certa pessoa amada - e nada. Foi quando vi um senhor com flores à espera de alguém...havia uma ansiedade em seu olhar, ele apertava com todas as forças o buquê minguado de rosas vermelhas, e olhava a sala de desembarque como quem espera a mulher amada.

Senti uma inveja de ser aquela mulher cujo rosto nunca vi. Senti uma inveja de ser amada assim. Não há mais tempo para o romantismo, nem saco, nem jeito. Poucas pessoas me ligaram no meu aniversário, ao menos até agora. Muitos mandaram mensagens e mais um tanto mandou-me scraps no Orkut - até mesmo porque o próprio Orkut lembra a data pra muitas pessoas...hoje vivemos num trem bala, como diria Martha Medeiros, e, na correria, qualquer descuido pode ser fatal. Minha mãe ainda anota telefones na agenda e não no celular (também estou fazendo isso agora), ela também guarda as datas de nascimento na agenda...era nessa época que as pessoas ligavam umas para as outras, no sentido figurado e lato da palavra ligar. A gente se encontrava com as pessoas, comprava presentes e dava festas com tudo pago. Hoje o convite da festa é feito por e-mail, Orkut, msn e mensagens no celular. O presente é levar o que se bebe, na quantidade em que se bebe. E o aniversariante corre o risco de passar seu dia sozinho, nada pessoal, é só que as pessoas têm mais o que fazer.

Sinto saudade de gente, da época em que gente gostava de gente...de amar gente, de ser gente. Espero que aos 29 eu seja mais gente também, esse é o meu pedido de aniversário.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Um blog para chamar de meu

Depois de me aventurar na blogosfera com pseudônimos em um blog maravilhoso do qual tenho orgulho de fazer parte, quero mostrar minha cara. Não sei até quando essa sensação vai durar, ou mesmo este espaço, mas eis que quero um blog para chamar de meu. Inspirada no Blog da Kass, quero me expor um pouco e me libertar, por meio do meu diário virtual.

Quem é ela? Quem é ela? (MOMA - NY -By Suzana Barros)
Assim nasce meu primeiro filho, produção quase independente - visto que minha amiga Daianne Fernandes fez todo o layout desta criança. Obrigada Daida.


Escolho Cores de Fridda porque amo Frida Kahlo e sei que todas as mulheres, inclusive eu, somos meio Fridas também. Intensas, neuróticas, sexys, feias, amantes, amadas, artistas, ousadas, livres. Além do que, sinto-me também um tanto inspirada na música Esquadros de Adriana Calcanhoto...


Assim como Frida colocava sua alma em seus quadros e por isso eles foram tão admirados, proponho colocar-me aqui por inteira para o sucesso ou a lama, sempre fiel a mim mesma e aos meus sentimentos.