Já na fila, percebemos que ali tudo tinha um preço. A entrada: CAD 21 (R$ 35,49). Bastava a mocinha vir alguém sorrindo pra logo indicar uma foto numa parede verde (tipo chroma), que, claro, também custava grana. Nós dispensamos com um sorriso: "no, thanks". Engraçado isso. As pessoas nunca esperam um "não, obrigado", por aqui. Falo disso mais pra frente.
Entramos e lá vem a frase mais ouvida, balbuciada geralmente por vendedores, porteiros e etc.: _ Você poderia fazer alguma doação? Tudo aqui é doação. Isso é legal, já que de certa forma as pessoas estão preocupadas com os mais carentes. Mas, às vezes, em vez de doação, tudo torna-se "obrigação". A Laís usou uma tática esperta e antiga: "desculpe, meu inglês não é tão bom, não consigo entender você...." Saiu-se bem. Quanto a mim, tive mais sorte. Ninguém me perguntou coisa alguma.
A visita ao Aquarium (clique no nome e veja o vídeo) é impressionante. Particularmente gosto dos golfinhos e minha prioridade e
Os golfinhos são umas fofuras de espertos, vimos o show deles por dois ângulos - do lado de fora, com os saltos e malabarismos e do lado de dentro (por entre o vidro), vendo como eles se movimentam na água pra dar aqueles saltos.
m golfinho jogando água, você recebe uma talagada de água fria no rosto. Depois, durante o filme, experimentamos a sensação de estar dentro do expresso: cadeiras tremem, o chão balança, quando ele desliza na neve rumo a uma grande montanha russa você se sente dentro do trem - um vento forte no rosto, a imagem em 3D... Se tem chocolate quente na tela, você sente o cheiro na sala de cinema. Se tem neve, floquinhos caem sobre sua cabeça. Se tem magia, bolhinhas de sabão surgem do nada...E no final, se tem presente na tela, alguém na plateia também ganha. Infelizmente não fui eu desta vez...mas, nem precisava.

